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Barletta

Relato de Cura natural contra o COVID no Brasil

Atualizado: 28 de mar. de 2023

Leia o depoimento de como a Medicina Celular ajudou o brasileiro Marcos Paulo Carlito a salvar a vida de sua esposa na luta contra a COVID através da medicina natural.


Centro de pesquisas médicas Dr. Rath Research Institute, Califórnia EUA
Centro de pesquisas médicas Dr. Rath Research Institute, Califórnia EUA

No dia em que me infectei propositalmente com o vírus da Covid, o fiz com muita tranquilidade, completamente consciente do que estava prestes a realizar. Para mim não havia outra alternativa, estava com muito medo de perder minha esposa.


Era o ano de 2022 e eu nunca havia tomado a vacina. Já tinha contraído Covid duas vezes, passando por ela sem grandes dificuldades. Na primeira vez, por volta de agosto de 2020, fiquei 3 noites respirando mal, perdi o paladar por alguns dias e demorei cerca de uma semana para me curar do COVID fazendo uso do protocolo do Instituto de Pesquisa Científica Dr. Rath, à base de vitaminas, sais minerais, aminoácidos e anti-inflamatórios naturais.

Na segunda infecção por Covid, em Janeiro de 2021, me curei em 3 dias usando o mesmo protocolo. Tive uma noite de febre apenas e um pouquinho de dor na cabeça. Fiz o resguardo de 1 semana por questão de segurança, para não infectar outras pessoas, mas continuei trabalhando normalmente dentro de casa. Naquela ocasião fiquei com uma sequela por cerca de 40 dias, com o olfato comprometido, não conseguia sequer sentir a fragrância de um perfume. Me lembro bem disso porque fui comprar um presente para a esposa e precisei confiar no olfato da vendedora, porque eu mesmo não conseguia sentir cheiro algum.

Contudo, quando minha esposa contraiu Covid e fez o exame confirmando positivo, ela ficou muito abalada. Naquela época, meio do ano de 2022, houve um surto em nossa cidade com muitas pessoas procurando os hospitais para serem internadas e tomarem os medicamentos anti virais. Um clima de medo e tensão pairava sobre a população. Perguntei então a minha esposa se, assim como eu, ela gostaria de seguir o protocolo natural da Medicina Celular. Infelizmente ela disse não. Disse-me que preferia seguir o protocolo convencional dos remédios farmacêuticos uma vez que já havia tomado 2 doses da vacina. Ela preferia seguir o senso comum.


Confesso que fiquei preocupado com a posição dela, mas não critiquei pois sabia que não ia adiantar. Também fiquei triste porque eu tinha plena convicção de que o protocolo natural era eficiente, já havia comprovado várias vezes... Mas decidi respeitar sua escolha e fui pessoalmente à farmácia comprar o conjunto de medicamentos receitados pelos médicos de nossa cidade: 01 antibiótico, 01 anti-inflamatório e um xarope. A esposa tomou tudo aquilo por uma semana, seguindo rigorosamente os horários e quantidades receitadas, mas infelizmente seu quadro não evoluía e ela não conseguia melhorar. Tinha muitas dores no corpo, fraqueza, náuseas, não tinha apetite e sentia dificuldade para respirar, sobretudo à noite.


Já haviam se passado 10 dias de seu tratamento com remédios e a situação não melhorava. Eu realmente comecei a ficar mais preocupado quando ela começou a ter crises de tosse muito fortes. Em meu íntimo eu sabia que se aquilo continuasse, inevitavelmente ela seria internada e, provavelmente, entubada. Diante dessa perspectiva percebi que ela poderia morrer, porque receberia mais antibióticos, mais remédios com efeitos colaterais, e, se realmente fosse entubada, poderia contrair uma infecção hospitalar e acabar falecendo, sobretudo porque a medicina alopática não sabe como alimentar uma pessoa enferma, tampouco nutrir o organismo a nível celular para produzir resposta imunológica no próprio paciente.


O histórico de saúde da minha esposa não é dos melhores: sem vesícula, sem útero, baixa imunidade e sedentária. Ela trabalha sentada durante muito tempo e com a correria do dia a dia acaba negligenciando hábitos saudáveis de alimentação, razão pela qual eu sempre insisto em cuidar um pouco melhor do que ela come. Frente a esse quadro onde a situação se agravava cada vez mais resolvi contrair Covid propositalmente para salvar a vida de minha esposa. Foi exatamente isso que pensei e fiz.

Aproximando-me da cama para ajeitar a cabeça dela no travesseiro, segurando seu pescoço para encontrar posição de descanso, puxei-a contra mim como costumava fazer em nossa juventude, trocando saliva num beijo de língua roubado. Ela ficou surpresa mas cedeu, contudo, quando percebeu o que eu estava fazendo, debateu-se tentando me repelir. Eu a segurei firmemente e disse: Pronto, acabei de pegar o seu Covid. Vou me curar em 3 dias para provar que a medicina natural funciona...


Minha esposa aturdida começou a dizer que eu era louco, onde já se viu alguém fazer uma coisa dessas, que irresponsabilidade, como faríamos os dois estando doentes e etc. Eu apenas sorria e continuava a dizer: Vou me curar e você também...

Então, pacientemente, contei pela enésima vez tudo o que eu havia lido, estudado, aprendido e praticado com a medicina celular, pedindo que confiasse no tratamento natural. Ainda assim não consegui convencê-la totalmente, porque ela não tinha certeza de que o beijo tinha sido o suficiente para me infectar. Para ajudar com isso, toda vez que levava xarope na cama para tentar acalmar sua tosse, eu lambia a colher sob o olhar de censura dela.


Dois dias depois, à noite, já deitado na cama ao lado dela, senti que uma febre começava a tomar conta do meu corpo. Eu sabia ser um sinal claro de que a infecção havia se estabelecido. No outro dia fui fazer o exame e deu positivo. Era tudo o que eu esperava, porque agora eu provaria para minha esposa a verdade sobre todos os discursos de curas naturais da medicina celular que eu tinha feito durante anos, só que dessa vez ela poderia comprovar.


Quando ela viu a prova no meu exame positivo, olhou-me com ar de muita preocupação. Imediatamente fui a cozinha preparar o nosso protocolo, a saber: cúrcuma, vitamina C, bioflavonóides, chá verde, aminoácidos e os polivitamínicos que eu já tomava habitualmente. Não desejo passar a fórmula completa para evitar que pessoas tentem fazer isso em casa de forma aleatória. Não é assim que se aprende. Não é porque estamos falando de tratamento natural que podemos realizar algo sem levar em consideração aspectos importantes como a experiência, a sinergia da formulação, a pesquisa científica e a orientação dos profissionais de saúde. Com relação a isso vou descrever mais a frente qual o protocolo exato oferecido pelo Instituo de Pesquisa Dr. Rath.


Mas o fato é que eu e minha esposa começamos a tomar os ingredientes naturais reforçando também nossa dieta com alimentos da agricultura orgânica e agroecológica, porque eles entregam quantidade e qualidade melhor de micronutrientes ao organismo. Para resumir a História: ao final de 3 dias meu corpo já não apresentava sintomas do Covid. Não havia em mim dor nem indisposição, não havia dificuldade para respirar nem qualquer mal-estar. Acrescento ainda que dessa vez não tive alterações no olfato ou no paladar.


Quando minha companheira viu que o protocolo de saúde natural já havia me curado, parece que a ficha caiu, fazendo-a finalmente perceber que aquilo tudo era uma verdade. Penso que essa incredulidade, até mesmo nas pessoas mais íntimas do nosso convívio, se dá por questões de hábitos culturais profundamente arraigados. No caso da minha esposa a família maternal e paternal dela é completamente dependente da alopatia. E há também o medo do julgamento social quando não seguimos o padrão estabelecido.


Somente depois de participar comigo desse processo de cura, seguindo o protocolo corretamente, os horários e os rigores daquela alimentação e suplementação criteriosa, finalmente ela conseguiu sentir no próprio organismo os efeitos de um tratamento natural feito de forma consciente, com orientação e reconhecido científico. E foi engraçado quando ao final de 3 dias ela percebeu que eu não apresentava mais os sintomas. Perguntei a ela, acredita agora? E foi somente a partir daquele momento que ela parou de resistir a ideia de confiar nos recursos da natureza.

No caso dela, por ter a saúde um pouco mais frágil do que a minha, demorou mais para se curar, cerca de 8 dias de tratamento natural até se recuperar completamente. A tosse desapareceu, as dores no corpo sumiram, a respiração normalizou e ela finalmente pode retornar a rotina de trabalho. E foi assim que consegui evitar a piora da minha esposa e uma consequente internação hospitalar por Covid, com riscos reais de morte.


Agora vem a parte onde as pessoas perguntam:

Como eu, uma pessoa comum, consegui aprender esse tratamento sendo que no Brasil não há nada semelhante cientificamente comprovado?

Por que não revelei isso antes?

Se isso é verdade porque não é divulgado? E uma série de outros questionamentos que realmente são importantes. Com relação a essas e outras perguntas vou responder uma a uma:

Como eu, uma pessoa comum, conseguiu aprender esse tratamento sendo que no Brasil não há nada semelhante cientificamente comprovado?

Para arriscar minha vida e a vida da minha esposa num tratamento como esse eu tinha que estar certo sobre o que estava fazendo. Para isso passei anos envolvido com o material oferecido gratuitamente pelo instituto de pesquisa científica Dr. Rath, da Califórnia, EUA. Artigos, livros e cursos sobre medicina celular direcionados para leigos e profissionais, traduzidos em diversas línguas. Trata-se de um instituto devidamente credenciado e comprometido com a saúde como um direito humano, um órgão de pesquisa que, ao contrário de muitos outros, aborda as causas das doenças, não apenas os sintomas.

Esse conhecimento chegou em minha vida porque eu sempre gostei de pesquisar sobre saúde natural, me interessando em conhecer tudo o que fosse ligado à processos de cura alternativos à medicina convencional. Foi a minha busca pessoal que me levou a esse caminho, uma certa insatisfação com a realidade que eu encontrava no dia-a-dia.

Com relação a essa insatisfação, uma queixa recorrente que eu tinha era a de que os médicos da medicina convencional não explicavam quase nada quando eu perguntava. A maior parte deles, pelo menos os que haviam me atendido ao longo da vida, apenas receitavam remédios sem dizer exatamente o que acontecia no meu corpo, não sabiam explicar a doença. Chegou um tempo em que eu parei de perguntar aos médicos, porque eles não gostavam de dar explicações e alguns até mesmo se zangavam. Decidi então procurar eu mesmo as respostas.

Foi quando no ano de 2013 encontrei na rede o livro chamado "Vitória sobre o Câncer", do médico e cientista alemão Dr. Matthias Rath. Câncer sempre foi um assunto que me interessou muito porque em minha família materna e paterna há casos dessa doença e eu queria saber exatamente o que era o câncer. É algo que se pega? É tipo um vírus que come a gente por dentro?

A primeira coisa que me chamou a atenção nesse livro, além de ser gratuito na internet, foi o fato de ter encontrado pela primeira vez na vida uma medicina disposta a descer do pedestal e falar comigo como um ser humano, de uma forma clara, explicando detalhadamente as coisas que eu desejava saber sobre saúde e doença. Naquele momento eu senti que havia encontrado algo especial, algo que merecia minha atenção, e foi assim que meu aprendizado começou.


Lendo e estudando os artigos, livros, folhetos, publicações e cursos da Medicina Celular aprendi que a saúde é uma conquista pessoal. É errado passarmos uma vida inteira com hábitos ruins, adoecer e depois pensar que o dinheiro, o governo ou o médico tem uma espécie de poder mágico para nos dar uma pílula que vai fazer desaparecer as doenças causadas por uma vida de completa ignorância sobre cuidados pessoais de saúde.


Nós devemos ser os protagonistas da nossa própria História e para tanto precisamos ser alfabetizados, receber conhecimento, aprender sobre isso. Precisamos de quem nos ensine a cuidar melhor de nós mesmos, a mudar hábitos, a nos nutrirmos corretamente buscando na natureza parte fundamental de nossos processos de cura. Foi assim que aconteceu comigo e se isso faz sentido para você, continue essa viagem em busca de conhecimento lendo nosso próximo post...


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