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Barletta

Perguntas e Respostas da Medicina Celular: Como evitar a Aterosclerose?

Como tratar a formação de placas nas artérias, prevenindo enfartos e derrames?

Desenho parcial do sistema vascular humano
Sem produção de colágeno em níveis suficientes para fazer a manutenção natural das artérias, o organismo é obrigado a utilizar o colesterol como medida de reparo emergencial...

Capítulo 2 - Sobre as doenças mais comuns


1. Qual o papel dos nutrientes celulares na prevenção da aterosclerose?

O desenvolvimento da aterosclerose (calcificação das artérias) é um processo que transcorre ao longo dos anos no qual as artérias vão endurecendo e, a longo prazo, estreitando-se devido a formação de depósitos chamados de placas ateroscleróticas.


Esses depósitos são formados pela deposição de colesterol, moléculas de cálcio e outras substâncias nas paredes das artérias. O depósito de placas pode aumentar ao ponto de impedir a circulação do sangue para o miocárdio (músculo do coração) ou para o cérebro. Neste caso as consequências podem ser um enfarte ou um derrame.


Segundo a Medicina Celular, a principal causa da aterosclerose é o fornecimento insuficiente de nutrientes celulares para as células das paredes arteriais. A deficiência de nutrientes leva ao enfraquecimento das artérias, resultando em lesões e no aumento das lacunas endoteliais vasculares (como se fossem pequenas fissuras surgindo nas paredes das artérias).


Para evitar que isso aconteça o organismo utiliza colágeno, a proteína que forma a estrutura básica dos vasos sanguíneos. O colágeno é o agente natural que repara as artérias, evitando o surgimento das microfissuras e lesões. Contudo, quando não há ingestão suficiente de determinados nutrientes celulares, não há produção de colágeno em nível satisfatório nem o reparo natural das paredes arteriais.


Diante da falta de micronutrientes na ingesta diária, sem a suficiente produção de colágeno e com o consequente surgimento das microfissuras nas paredes das artérias, o organismo se vê obrigado a utilizar outros meios para evitar um colapso, porque se não reparadas, as microfissuras nas paredes arteriais levarão à perda de sangue e a hemorragias (como no caso do escorbuto, a chamada "doença do marinheiro).


Sem colágeno em níveis suficientes para realizar a manutenção ideal, o organismo é obrigado a utilizar o colesterol (transportado no sangue na forma de lipoproteínas, como LDL e Lp(a)) como medida de reparo emergencial. As lipoproteínas, sobretudo a Lp(a), são então depositadas nas paredes arteriais a fim de "selar" as microfissuras.


O problema é que, uma vez que esse processo de reparo emergencial se inicia (o colesterol depositando-se nas paredes dos vasos para "selar" as microfissuras) um efeito colateral ocorre: as moléculas de colesterol juntam-se umas às outras até o ponto de obstruírem parcial ou totalmente uma artéria. Assim se formam as placas ateroscleróticas...


Como evitar ou reverter a ATEROSCLEROSE?


O objetivo da ingestão de nutrientes celulares contra os depósitos ateroscleróticos é, sobretudo, promover a estabilidade e a elasticidade dos vasos sanguíneos, apoiar a formação e proteção de tecido conjuntivo e promover a redução das placas ateroscleróticas.


A formação de tecidos conjuntivos estáveis e elásticos depende de uma boa produção de colágeno. A produção de colágeno é estimulada pela vitamina C, que, juntamente com o micronutriente cobre, são responsáveis pela união e consequente resistência das fibras de colágeno.


Os aminoácidos naturais lisina e prolina também são importantes nutrientes para a produção dessa molécula, constituindo cerca de um quarto da composição básica do colágeno. O sulfato de condroitina e a N-acetilglucosamina são substâncias naturais que se alojam entre as fibras de colágeno, aumentando ainda mais a resistência e a estabilidade do tecido conjuntivo.


A prolina e a lisina desempenham outro papel importante na regeneração dos depósitos ateroscleróticos. Elas são consideradas substâncias "tipo Teflon” por se acumularem ao redor das moléculas Lp(a) como uma espécie de película protetora que absorve sua viscosidade. Como resultado, as moléculas Lp(a) não conseguem mais aderir às paredes dos vasos, desprendendo-se e sendo transportadas para o fígado através da corrente sanguínea, onde são eliminadas.


A prolina e lisina também têm efeito preventivo ao diminuir a aderência de outros tipos de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos.



 

No próximo Capítulo: Nutrientes celulares na prevenção de:

Angina Pectoris, Insuficiência cardíaca e Arritmia.

 

Fonte: Dr. Rath Education Services B.V.

10ª edição revisada - © 2019 Dr. Rath Health Foundation Distribution:


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Divulgação: Saúde para Todos Brasil

 

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