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Inflamação, por lesão ou infecção, pode ser tratada naturalmente.

Conheça a abordagem da Medicina Celular para a inflamação, base de muitas doenças degenerativas crônicas como artrite, pericardite, gastrite, dor crônica, asma, esclerose múltipla, aterosclerose, câncer entre outras doenças.


Inflamação, por lesão ou infecção, pode ser tratada naturalmente
Inflamação, por lesão ou infecção, pode ser tratada naturalmente

A inflamação é um processo complexo que acompanha e agrava muitas condições patológicas crônicas, como artrite, asma, aterosclerose entre muitas outras. Nossos estudos indicam que os diversos mecanismos celulares e sinais biológicos envolvidos na inflamação podem ser controlados naturalmente por uma combinação de vitaminas, aminoácidos e bioflavonóides atuando em sinergia biológica.


A inflamação é a resposta do organismo a uma lesão tecidual ou a uma invasão por agentes estranhos, como vírus, bactérias e outros microrganismos. É um mecanismo de proteção que nosso corpo utiliza para remover o agente patológico e iniciar o reparo tecidual. No entanto, esse é um mecanismo temporário e a inflamação pode se transformar em patologia ao tornar-se excessiva e crônica. A inflamação de longa duração pode desencadear efeitos tipo cascata com respostas e sinais biológicos que iniciam atividades celulares anormais, causando danos nas células e tecidos vizinhos que estão saudáveis.


O processo de inflamação envolve uma variedade de moléculas produzidas localmente. Esses chamados mediadores inflamatórios incluem substâncias que estão presentes em nosso plasma sanguíneo, como a enzima plasmina e outros componentes envolvidos na coagulação do sangue e liberação de histamina. Existem também mediadores celulares liberados pelos glóbulos brancos e incluem várias substâncias como leucotrienos, prostaglandinas, citocinas, interleucinas e muitas outras. Muitos anti-inflamatórios funcionam impedindo a formação desses mediadores ou bloqueando suas ações nas "células alvo" cujo comportamento é modificado pelos mediadores.


A inflamação pode ocorrer repentinamente como uma reação aguda, como uma resposta a uma lesão. Os sintomas são calor, vermelhidão, inchaço e dor na área afetada. A inflamação também pode persistir por muito tempo em relação a infecção duradoura, ulceração, irritação ou doença autoimune, e pode se tornar um processo crônico. Essa inflamação é muitas vezes a base para muitas doenças degenerativas crônicas que levam anos para se desenvolver. A inflamação crônica nas articulações leva à artrite, nas membranas ao redor do coração à pericardite e no estômago causa gastrite. A inflamação acompanha a dor crônica, asma, esclerose múltipla, aterosclerose, câncer e muitas outras doenças.

 

Medicina convencional:


Pacientes que sofrem de distúrbios inflamatórios geralmente tomam analgésicos para aliviar a dor. Embora esses medicamentos possam diminuir o sofrimento da dor, eles não eliminam a causa da inflamação. Os tratamentos que visam a inflamação envolvem o uso de esteroides sintéticos e uma família de “anti-inflamatórios não esteroides” (AINEs), ambos com muitos efeitos colaterais indesejáveis.


AINEs são amplamente utilizados especialmente para uma variedade de problemas musculares e articulares. Essas drogas inibem as enzimas que são necessárias para a formação de prostaglandinas. Embora possam ajudar a aliviar os sintomas, também têm efeitos negativos para a saúde.


O efeito colateral mais grave e com risco de vida dos AINEs são complicações gastrointestinais, como as que levam a sangramentos. Uma nova classe de medicamentos chamados inibidores COX2 (como VIOXX) não foi associada a esse problema. No entanto, o VIOXX foi retirado do mercado porque aumentava o risco de morte por ataque cardíaco.

 

Pesquisa em Medicina Celular:


Vários estudos científicos mostraram que a nutrição adequada ajuda a controlar a inflamação e que a deficiência de alguns micronutrientes podem agravar as respostas inflamatórias.


O foco da pesquisa em medicina celular tem sido o desenvolvimento de sinergias de nutrientes e compostos naturais que podem tratar vários processos patológicos no nível celular. Ao usar nutrientes específicos e combinados, conseguimos atuar simultaneamente em múltiplos processos obtendo efeitos superiores com doses mais baixas de nutrientes.


Documentamos os efeitos anti-inflamatórios de uma mistura de micronutrientes composta de vitamina C, aminoácidos e fenólicos de chá verde nas células do músculo liso da aorta humana. Tais descobertas são importantes em relação, por exemplo, aos processos inflamatórios associados à progressão da aterosclerose.


Além disso, demonstramos "in vivo" que uma mistura de micronutrientes específicos enriquecidos com flavonoides cítricos, como hesperidina, naringenina e quercetina, foi eficaz na redução significativa de vários mediadores inflamatórios e citocinas na inflamação sistêmica. Os resultados mostraram que a suplementação de micronutrientes proporcionou melhor proteção contra a inflamação do que o ibuprofeno e resultou na redução da expressão de COX2 e várias outras citocinas inflamatórias. É importante observar que, enquanto os inibidores farmacêuticos COX2 apresentam efeitos colaterais com risco de vida, os micronutrientes são seguros e fornecem benefícios adicionais à saúde.

 
 

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