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Barletta

Estudo de caso de psoríase


Psoríase: doença crônica que tem tratamento.
Psoríase: doença crônica que tem tratamento.



A psoríase é um problema crônico de pele que tem sido relacionado à inflamação e hiperatividade do sistema imunológico. Na psoríase, as células da pele formam manchas espessas vermelhas, brancas ou prateadas de diferentes tamanhos, que aparecem frequentemente nos joelhos, cotovelos, costas, mãos, pés ou couro cabeludo. Esse problema é mais comum em adultos e, em alguns casos, pode ocorrer em toda família. Em muitos casos avançados, o tratamento pode continuar por toda a vida.

 

O estudo


A psoríase é uma doença autoimune, inflamatória crônica de pele, caracterizada por pele espessa e vermelha com manchas escamosas prateadas. Essas manchas geralmente ocorrem no couro cabeludo, cotovelos, joelhos e parte inferior das costas. Embora a causa exata da psoríase não seja clara, não é uma doença contagiosa. A psoríase afeta cerca de 2,5% da população mundial, principalmente homens e mulheres entre 15 e 45 anos de idade.


Normalmente, as células da pele são produzidas e substituídas a cada três a quatro semanas. No entanto, na psoríase, a produção de células da pele ocorre muito mais rapidamente do que a capacidade do corpo de eliminá-las. A psoríase é uma condição autoimune, em que os glóbulos brancos do corpo (linfócitos T) atacam as células da pele e desencadeiam uma resposta inflamatória. Os linfócitos liberam citocinas, especificamente o fator de necrose tumoral alfa (TNF-alfa), promovendo a inflamação e aceleramento do crescimento das células da pele, resultando na formação de “placas psoriáticas” que são manchas brancas escamosas que causam coceira no local da inflamação.


A psoríase é uma condição crônica com períodos de sintomas leves a graves. Certos fatores podem aumentar o aparecimento da psoríase. Estresse, alterações hormonais, tabagismo, consumo de álcool, excesso de peso, infecções recorrentes na garganta ou na pele tratadas com antibióticos fortes, medicamentos usados ​​para tratar a pressão alta, medicamentos antimaláricos e analgésicos de venda livre podem aumentar o risco de um episódio de psoríase.


Além do transtorno social e psicológico, doenças cardíacas, diabetes e câncer podem ser algumas das complicações causadas pela psoríase de longa data. Em cerca de 20% dos pacientes com psoríase, uma complicação denominada artrite psoriática é diagnosticada paralelamente ou até mesmo antes do diagnóstico de psoríase. A deficiência de ácido fólico (um nutriente essencial para as funções nervosas) é comum em pacientes com psoríase.


Atualmente a psoríase não tem uma cura 100% satisfatória e um paciente pode precisar de tratamento ao longo de toda vida, devendo ainda cuidar dos sintomas causados pelos efeitos colaterais de alguns medicamentos.


Nosso instituto publicou um relato de caso muito impressionante de uma mulher de 36 anos que sofria de psoríase grave desde os 22 anos de idade (*1). A doença estava presente em todo o corpo, menos na face, e a paciente fazia uso de cremes tópicos há 14 anos sem melhoria significativa.


Foi recomendada à paciente que durante a continuação de seu tratamento habitual ela melhorasse seus hábitos alimentares e começasse a tomar diariamente uma combinação específica de micronutrientes que incluíam vitamina C, lisina, prolina e outros micronutrientes essenciais em proporções específicas. O aumento da ingestão de micronutrientes ajudou a reduzir o estresse oxidativo e a inflamação, melhorando a resposta imunológica do corpo. No segundo mês de uso dos micronutrientes a paciente começou a notar que as manchas psoriáticas na metade superior do corpo estavam cicatrizando. A melhora continuou e, embora as lesões da perna tenham sido as últimas a cicatrizar, ao final de seis meses a paciente relatou cicatrização completa de todas as placas psoriáticas.


Embora não haja uma cura 100% satisfatória disponível como tratamento para a psoríase, a ingestão de micronutrientes em combinações específicas é uma forma segura e eficaz de obter resultados, um verdadeiro raio de esperança para milhares de portadores de psoríase pelo mundo..

 

Fonte: (*1) Relato de caso


Referências:

Ref. Wong, AP, Kalinovsky, T., Niedzwiecki, A., & Rath, M. (2015). Medicina Experimental e Terapêutica, 10, 1071-1073.


 

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